Dentro das conjunções (como expliquei no post abaixo sobre elementos de coesão), existem dois ramos: as conjunções coordenadas e as subordinadas.
Conjunções coordenadas:
1- Aditivas: estabelecem ideia de soma, acréscimo. (ex: e, nem, mas também, e não)
2- Adversativas: estabelecem ideias contrárias. (ex: mas, porém, contudo, entretanto, senão)
3- Alternativas: estabelecem ideia de alternância, possibilidade. (ex: ou...ou, quer...quer, ora...ora)
4- Conclusivas: estabelecem ideias de conclusão, finalização. (ex: portanto, logo, pois)
5- Explicativas: estabelecem ideais de explicação, justificativa. (ex: porque, pois)
Conjunções subordinadas:
1- Temporais: quando, enquanto, antes que, depois que, assim que, logo que, etc.
2- Condicionais: se, caso, desde que, contanto que, etc.
3- Causais: porque, já que, visto que, como, etc.
4- Consecutivas: de tal modo que, tão...que, tanto...que, etc.
5- Concessivas: embora, ainda, apesar de, mesmo que, etc.
6- Proporcionais: conforme, segundo, como, etc.
7- Finais: para que, a fim de que, etc.
8- Comparativas: como, mais...que, menos...que, tão...quanto, tanto...quanto, etc.
9- Conformativas: conforme, como, segundo, consoante.
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Elementos de coesão
Coesão textual é a relação de sentido estabelecido, por algumas palavras, frases ou partes de um texto. O emprego dos elementos coesivos contribui para ordenar as ideias de um texto.
Pronomes, preposições ou locuções prepositivas, conjunções e advérbios.
Pronomes: palavras que estão antes ou no lugar do nome, ou seja, do substantivo. (Ex: esse, essa, aquele, aquela)
Preposições ou locuções prepositivas: palavras que ligam palavras. (Ex: a, ante, com, contra, de, desde, para, pôr, perto de, próximo a)
Advérbios ou conjunções adverbiais: palavras que estabelecem ideias de tempo, lugar, modo que os fatos acontecem. (Ex: naquela manhã, atualmente, bem, mal, às pressas, durante as manifestações)
Conjunções: palavras invariáveis que ligam palavras, frases, orações e períodos. Existem dois tipos de conjunções, as Coordenadas e as Subordinadas ou Subordinativas.
Pronomes, preposições ou locuções prepositivas, conjunções e advérbios.
Pronomes: palavras que estão antes ou no lugar do nome, ou seja, do substantivo. (Ex: esse, essa, aquele, aquela)
Preposições ou locuções prepositivas: palavras que ligam palavras. (Ex: a, ante, com, contra, de, desde, para, pôr, perto de, próximo a)
Advérbios ou conjunções adverbiais: palavras que estabelecem ideias de tempo, lugar, modo que os fatos acontecem. (Ex: naquela manhã, atualmente, bem, mal, às pressas, durante as manifestações)
Conjunções: palavras invariáveis que ligam palavras, frases, orações e períodos. Existem dois tipos de conjunções, as Coordenadas e as Subordinadas ou Subordinativas.
"Para mim, solidariedade é um gesto ético de alguém que quer acabar com uma situação, e não perpetuá-la. Já o assistencialismo é justamente ao contrário."
(Herbert de Souza, o Betinho)
(Herbert de Souza, o Betinho)
A argumentação
Uma das bases do texto dissertativo, é a argumentação, que faz parte de todo o texto. O texto é basicamente composto por argumentos e contra-argumentos. Isso foi muito necessário para construirmos nossos textos dissertativos. Existem variados tipos de argumentos, tais como:
Argumento universalmente aceito: é aquele que ninguém pode rejeitar, pois é aceito por todos.
Argumento de autoridade: é aquele que impressiona por que se baseia na citação de autoridades no assunto.
Informações verdadeiras: não se deve tentar convencer ninguém falsificando informações.
Dados estatísticos: você poderá comprovar a veracidade do que afirma citando dados estatísticos de instituições idôneas.
Argumento universalmente aceito: é aquele que ninguém pode rejeitar, pois é aceito por todos.
Argumento de autoridade: é aquele que impressiona por que se baseia na citação de autoridades no assunto.
Informações verdadeiras: não se deve tentar convencer ninguém falsificando informações.
Dados estatísticos: você poderá comprovar a veracidade do que afirma citando dados estatísticos de instituições idôneas.
Texto Dissertativo
No último trimestre trabalhamos muitos assuntos, dentre eles está o texto dissertativo, cujo nome define-o. Quando queremos expor nossa opinião, expressar um ponto de vista ou questionar de algum fato, fazemos uso de textos dissertativos.
Em geral, os textos dissertativos são organizados em três partes: Introdução, desenvolvimento ou argumentação e conclusão.
Introdução: em que se apresenta o assunto a ser discutido, bem como o ponto de vista do tema. Caso o tema seja muito abrangente, convém delimitá-lo.
Desenvolvimento ou argumentação: em que se desenvolve o ponto de vista por meio de argumentos, exemplos, dados, testemunhos, etc.
Conclusão: em que se dá ao texto um desfecho coerente com o desenvolvimento com os argumentos apresentados.
Esse foi um dos trabalhos desse trimestre, produzir um texto dissertativo, foi algo difícil, porém é necessário para poder entender e saber fazer textos desse gênero!
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
Mendicância
No Brasil, mesmo nesses tempos em que todo mundo fala sobre solidariedade e a necessidade de ajudar aqueles que menos têm, mesmo assim existe muita mendicância, é isso que faz a gente pensar: O que leva alguém a se tornar um pedinte, um pedinte que é sádio tanto espirtitualmente quanto fisicamente, que poderia trabalhar mesmo sendo um adolescente ou até mesmo um idoso.
São inúmeras as causas que levam o ser humano a viver de esmola. É possível que não tiveram uma oportunidade na vida, foram rejeitadas desde o nascimento, sem acesso ao estudo ou a um trabalho digno. Mas é ruim saber que em algumas situações: o fato de saber que tem alguém que dá, mesmo sabendo que a esmola não é a melhor maneira de resolver essa situação, muitos dão por que quem se livrar daquela pessoa imunda, com mal cheiro ou até mesmo com medo de serem assaltados e sempre vão dar esmola. Como dizem os versos do compositor Luiz Gonzaga: "Doutor, uma esmola a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão." Não se pode esquecer que a situação de miséria é uma das causas de violência social, por nem todos os marginalizados se sujeitam a humilhação da esmola. Então dar ou não esmola não é a solução para acabar com a miséria no Brasil.
São inúmeras as causas que levam o ser humano a viver de esmola. É possível que não tiveram uma oportunidade na vida, foram rejeitadas desde o nascimento, sem acesso ao estudo ou a um trabalho digno. Mas é ruim saber que em algumas situações: o fato de saber que tem alguém que dá, mesmo sabendo que a esmola não é a melhor maneira de resolver essa situação, muitos dão por que quem se livrar daquela pessoa imunda, com mal cheiro ou até mesmo com medo de serem assaltados e sempre vão dar esmola. Como dizem os versos do compositor Luiz Gonzaga: "Doutor, uma esmola a um homem que é são, ou lhe mata de vergonha ou vicia o cidadão." Não se pode esquecer que a situação de miséria é uma das causas de violência social, por nem todos os marginalizados se sujeitam a humilhação da esmola. Então dar ou não esmola não é a solução para acabar com a miséria no Brasil.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
Fala Sério, Professor!
Autora: Thalita Rebouças
O livro fala sobre os professores da vida de Malu, dos três aos vinte e um anos. Muitas histórias boas, outras ruins, experiências como a da professora de ballet: "-Assim, ó, com os pés pra fora!" "-Assim?" "-Assim não, queridinha, assim está pavoroso, parece um penguim desequilibrado..."
Amei o livro, amo Thalita Rebouças, a linguagem que ela utiliza, é mais fácil de compreender.
O livro fala sobre os professores da vida de Malu, dos três aos vinte e um anos. Muitas histórias boas, outras ruins, experiências como a da professora de ballet: "-Assim, ó, com os pés pra fora!" "-Assim?" "-Assim não, queridinha, assim está pavoroso, parece um penguim desequilibrado..."
Amei o livro, amo Thalita Rebouças, a linguagem que ela utiliza, é mais fácil de compreender.
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